Anti-herói da idiotice

Luxou o braço
A menina na frente da padaria
Foi o acaso, imagino.
Senão, quem sabe,
Não tenha sido o tarado da confeitaria.

Ligo a TV!
Só falam nisso!
Estão ganhando dinheiro
com a desgraça dos outros, penso.
Falo: eita povo mexeriqueiro!

Súplicas e dores
Não imagino quantos amores
Esse cabra poderia ter tido
Se não fosse bolinar a inocência de pequenas flores.

Sujeira emporcalhada
Hipocrisia do anti-amor
Maltrapilho da ignorância
Miséria de louca arrogância.

Mário Gaudêncio (21 maio 2009).
Escrito numa Casa de Conhecimento chamada de Biblioteca.
Mossoró-RN

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