NORDESTÃO 2007: o sentimento de pertença continua ardente

Este Nordestão (2007),
de relevância para a PJMP,
foi um bonito momento de construção
para todos/as que quiseram vê
uma juventude de transformação,
um fermento que fez valer
um grande Nordestão.

Em Feira de Santana – BA
foi dado o primeiro passo.
Com a primazia deste articular
o nordeste começou a trabalhar.

A batalha foi grande e desafiadora,
mas com a nossa mística pastoral
tivemos força descomunal.
Palmares – PE, foi a locomotiva
nesta reta final.

Entre agonias e lamentos,
houveram uns dedinhos de sofrimentos,
algo bem normal
nessa pastoral de engajamentos.

Por lá, passaram bons ventos e inspirações:
Foi Suassuna (PB) e Amado (BA),
Zumbi (AL) e Cascudo (RN),
Gonzagão e a PJMP com seu legado.

Foram dias de encontros e despedidas,
de construir, bem querer e aconchegar.
Foi momento de rir, estudar, brincar e chorar.
Neste, celebramos a história e animamos o caminhar.
Pra frente! Temos que pensar.
É hora de agir, vamos participar.

O Espírito Santo está sobre todos/as.
Nestas andanças, todos/as são provocados/as.
Que venham os nós.
Jovens! Não estamos sois.

Vejam…! Olhem…!
Escutem o som!…
… O ritmo dos tambores afinaram-se!.
Chegue mais!. Beba… Saboreie!.
Sinta o frenesi…
… O majestoso pulsar dos corações juvenis retratam-se!…
Viva esta mística…
… Aqui está a PJMP.

A purificação da alma
e o fortalecimento do corpo,
alimentados pela eucaristia,
impulsiona-nos viver mais…
Numa pastoral encarnada
por Jesus Cristo Libertador.

O sentimento de pertença
intensifica-se pela necessidade
de servir e ser protagonista
de uma luta histórica
marcada pela terna resistência
de ser exemplo de fé em vida.

A PJMP é maior que eu e você,
ela deve ser entendida com vitalidade
em toda sua totalidade.

Igreja e sociedade é o ambiente.
Cristo é a motivação e a bússola.
O/a jovem é o ritmo:
Para promover a civilização do amor
e uma realidade mais equilibrada.

O Deus que nos criou,
nos quis, nos consagrou,
para declamar a poesia
da ternura e da resistência.

Gritemos aos 4 cantos
desse imenso e querido Brasil:
que as nossas veias estão pulsando…
a fim, de doar sangue positivo,
tipo, PJMP (PJMP+).

Ascende-se o êxtase da alma juvenil…!
A força está a mil.

Este nosso corpo é a manifestação da fé evangélica e da luta popular”.
Ninguém esqueça, a PJMP veio pra ficar
e sem dúvida, pra sua história e vida eternizar.

Mário Gaudêncio (16 de setembro de 2007 – Último dia do Nordestão 2007).

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